Monthly Archive: Novembro 2018

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TUDO o que você precisa saber sobre as 8 principais DSTs!

Muito provavelmente você já tenha ouvido falar de doenças sexualmente transmissíveis, mais conhecidas como DSTs!

Embora existam diversas doenças sexualmente transmissíveis já catalogadas, no artigo de hoje nós vamos falar das 9 principais DSTs que você precisa conhecer!

O que caracteriza e quais são as principais DSTs?

Doenças Sexualmente Transmissíveis são doenças que podem ser causadas por diversos agentes infecciosos, tais como vírus, bactérias, fungos ou mesmo protozoários.

Porém, uma característica em comum entre todas essas doenças é a sua forma de contágio. Como o próprio nome diz, elas são transmitidas, principalmente, pelo contato sexual sem proteção com uma pessoa que esteja infectada.

Entretanto, o contato sexual não é necessariamente a única forma de contágio. Outras formas de contágio são contato com a pele infectada, uso de seringas contaminadas ou mesmo da mãe para o filho durante o parto ou na amamentação.

Embora algumas DSTs não apresentem sintomas aparentes, a maioria delas se manifesta por meio de feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas. Quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, essas doenças podem evoluir para graves complicações, como infertilidade, câncer e até a morte!

Por enquanto, o uso de preservativos em todas as relações sexuais – oral, anal e vaginal – continua sendo o método mais eficaz para evitar o contágio!

Entretanto, quando a doença já está instalada, o diagnóstico precoce pode ajudar no tratamento e possível erradicação da doença. O atendimento e tratamento são gratuitos nos serviços de saúde do SUS!

Agora sem mais delongas, conheça as 8 principais DSTs!

1. Síndrome a Imunodeficiência Humana

É uma das mais conhecidas desta lista.  Causada pelo vírus HIV (do inglês, human immunodeficiency virus), é transmitida, principalmente, pelo esperma, sangue, e leite materno.

Infelizmente, esta DST atinge milhões de pessoas no mundo e interfere na capacidade do organismo de combater infecções. Por esta razão é uma das mais debilitantes e, caso não seja diagnosticada e tratada, pode levar o paciente à morte em pouco tempo.

Entretanto, com o tratamento correto, já é possível levar uma vida normal!

Nomes Populares: AIDS, HIV.
Sintomas: Algumas semanas depois do contágio, podem ocorrer sintomas parecidos com os da gripe, tais como febre, dor de garganta e fadiga. Entretanto, a doença pode não ter muitos sintomas até evoluir para quadros mais sérios. A partir de então, os sintomas podem incluir perda de peso, febre, sudorese noturna, fadiga e infecções recorrentes.
Tratamento: Ainda não existe cura para a AIDS. Porém, tratamentos com antirretrovirais (ARVs) podem retardar significativamente o progresso da doença, além de prevenir infecções secundárias e outras complicações.

2. Sífilis

Infeção causada por uma bactéria chamada Espiroqueta Treponema Pallidum. Geralmente começa com uma ferida indolor nas genitais, no ânus ou na boca. Essas feridas podem desaparecer em um mês,  o que dá a impressão que a doença curou naturalmente.

Entretanto, a segunda fase da doença se caracteriza por uma irritação na pele, que pode progredir e atingir o sistema nervoso, os olhos ou o coração. As gestantes com sífilis podem sofrer abortos espontâneos, ou dar a luz à bebês natimortos ou fetos com problemas de má formação.

Nome Popular: Cancro duro, lues, peste sexual, doença gálica, sifilose, doença britânica ou doença venérea.
Sintomas: Tanto no homem quanto na mulher, no período de 20 a 30 dias após o contato sexual, surge uma pequena ferida (úlcera) nos órgãos genitais (pênis, vagina, colo do útero, reto).
Tratamento: O tratamento mais indicado para a sífilis é a penicilina. Além disso, os pacientes devem evitar ter relações sexuais durante o tratamento, especialmente se não for usado preservativo.

3. Cancro Mole

É uma doença bacteriana causada por uma bactéria chamada Haemophilus Ducrey. Apesar de ter o nome de cancro, não se trata de um caroço, mas sim de uma doença infecciosa.

Vale alertar que, neste caso, um simples contato com a secreção dessas feridas já pode contaminar outras pessoas, assim como outras partes do corpo. Se não for tratada a tempo, existe maior probabilidade da pessoa ser infectada com o vírus HIV.

Nome Popular: Bubão
Sintomas: Feridas doloridas nas genitais – pênis, vulva, virilha.  Neste caso, surgem várias feridas extremamente doloridas nos genitais e na virilha.
Tratamento: O tratamento, geralmente, inclui medicamentos à base de antibióticos, sabonetes e medicações de uso local. Além disso, deve-se realizar intensa higiene dos locais afetados.

4. Tricomoníase

É causada pelo protozoário Trycomona Vaginalis. A tricomoníase é uma das infecções sexualmente transmissíveis mais comuns. Os fatores de risco incluem ter vários parceiros sexuais e não utilizar preservativos durante as relações sexuais. As complicações incluem o risco de parto prematuro em gestantes.

Nome Popular: Uretrite, vaginite por Trichomonas, uretrite não gonocócica ou UNG.
Sintomas: Coceira, secreção de muco e pus ou vermelhidão. Na mulher causa um corrimento amarelo, fétido, com cheiro típico, que pode causar irritação urinária. No homem não apresenta sintomas, mas ele ainda pode contaminar. Portanto, o casal deve fazer o tratamento concomitante.
Tratamento: O tratamento envolve uma grande dose de determinado antibiótico oral para ambos os parceiros.

5. Herpes Genital

É uma virose causada por um tipo do Papilomavirus Humano, que é um conjunto de mais de 150 tipos de vírus. No caso da herpes genital, ele é causado pelo Herpes simplex 1 e 2.

Está  relacionada com o câncer de colo do útero e câncer do pênis e não há cura definitiva, por isso, é importante ficar de olho!

Saiba mais: O que é o HPV e por que você deve se preocupar?

Nome Popular: Cobreiro, condiloma acuminado ou crista de galo.
Sintomas: Em ambos os sexos surgem pequenas bolhas que se rompem e causam ardência ou queimação. Aparecem e desaparecem espontaneamente, reguladas por stress ou ciclo menstrual.
Tratamento: O tratamento pode incluir medicamentos antivirais, como aciclovir ou valaciclovir.

6. Candidíase ou Flores Brancas

É uma doença causada por uma micose ou fungo chamada de Candida albicans, e que afeta de 20 a 30% das mulheres jovens e adultas.

Pode afetar outras partes além das áreas genitais e, por isso, pode se dividir em 3 tipos: candidíase vaginal, candidíase cutânea – na pele -, e candidíase bucal, mais conhecida como sapinho.

Apesar do tratamento, e assim como a herpes, pode surgir com a gravidez, com a puberdade, diabetes, stress ou com uso de antibióticos.

Nome Popular: Flores brancas, sapinho.
Sintomas: Geralmente produz um corrimento semelhante ao leite coalhado, o que causa muita coceira. No homem causa coceira no pênis, vermelhidão na glande e no prepúcio. Deve se tratar o casal.
Tratamento: Medicamentos antifúngicos são a base do tratamento. O tratamento geralmente é feito com medicamentos antifúngicos aplicados na área afetada ou tomados por via oral.

7. Gonorreia

Infecção causada por uma bactéria denominada Neisseria Gonorrhoeae.  A infecção não tratada avança para os testículos (orquite) e a próstata (prostatite) no homem e trompas e útero nas mulheres.

Nomes Populares: Blenorragia, blenorreia, esquentamento, pingadeira, purgação, fogagem, gota matutina, gono, uretrite gonocócica
Sintomas: No homem aparece uma secreção purulenta 2 a 10 dias após o contato sexual suspeito, com dor e ardência ao urinar. Na mulher, tem aspecto clínico variado desde formas quase sem sintomas até vários tipos de corrimento amarelados e com odor forte na vagina e uretra.
Tratamento: Em geral, os tratamentos são feitos à base de remédios antibióticos como a ceftriaxina e a azitromicina, que podem ser via orais ou injetáveis.

Saiba mais: O que é a Gonorreia? Conheça os sintomas e tratamentos!

8. Clamídia

Causada pela Chlamydia trachomatis, é considerada atualmente a doença sexualmente transmissível de maior incidência no mundo. A clamídia afeta pessoas de todas as idades, porém, é mais comum em mulheres jovens.

Apesar da alta infectividade, a maioria das pessoas infectadas – 50% dos homens e 70% das mulheres – não apresentam sintomas ou sinais clínicos. Isso acaba dificultando muito o diagnóstico e tratamento desta DST!

Nome Popular: Não tem.
Sintomas: Causa dor ao urinar e um prurido uretral. Se não identificada e tratada corretamente, pode progredir para uma infecção mais profunda, atingindo os testículos com comprometimento da fertilidade. Nas mulheres, a porta de entrada é o colo uterino. O sintoma, quando ocorre, é um discreto corrimento.
Tratamento: É recomendado o uso de antibióticos tanto para o paciente afetado como para os parceiros sexuais dele. A triagem de outras informações sexualmente transmissíveis também deve ser realizada.

Vale lembrar que alem das principais DSTs que apresentamos aqui, existem muitas outras e que, para evitar problemas, o ideal é a prevenção. Por isso, não esqueça de usar preservativo em em todas as relações sexuais!

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Conheça 9 propriedades terapêuticas do gengibre

Desde a antiguidade o gengibre é um dos métodos mais populares para combater as mais diversas doenças.

Por ser um ingrediente barato e saudável, o chá, feito com pedaços do rizoma fresco em água, é usado para curar dores, gripes, resfriados, tosse, e até ressaca!

E o melhor é que, atualmente, muitas pesquisas científicas estão comprovando as diversas propriedades terapêuticas do gengibre!

Em outro artigo nós falamos sobre os inúmeros benefícios do uso da babosa. No artigo de hoje, nós vamos conhecer um pouco mais sobre as propriedades terapêuticas do gengibre!

Saiba mais: Conheça os inúmeros benefícios da Babosa!

Gengibre: que planta é essa?

O gengibre é uma planta herbácea da família das Zingiberaceae e originária da Ásia, de onde se espalhou para o mundo.

No Brasil, ele é cultivado principalmente na faixa litorânea de São Paulo, Espírito Santo, Paraná e Santa Catarina. Isso se deve às condições de clima e de solo dessas regiões, que são mais adequadas para o crescimento da planta.

Na verdade, e em condições ideais, ele pode atingir mais de 1 metro de altura! As folhas são verde-escuras e nascem a partir de um caule duro, grosso e subterrâneo, e flores amarelo-claro.

Apesar disso, é sobre o rizoma – caule que cresce horizontalmente, geralmente subterrâneo – que vamos falar! Isso porque é nele que se concentra a maior quantidade de propriedades terapêuticas e anti-inflamatórias do gengibre!

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9 Propriedades terapêuticas do gengibre
A maior quantidade de propriedades terapêuticas do gengibre se encontra no rizoma!

Devido a grande quantia de propriedades terapêuticas que possui, o gengibre é referido por pesquisadores como “medicamento universal”. Alguns dos principais nutrientes são o magnésio, o potássio, o folato, o cálcio e a vitamina B6.

Entretanto, dentre todas as substâncias ativas encontradas no gengibre, o gingerol é o que merece maior destaque!

Saiba mais: Fitoterapia não é o mesmo que medicamento fitoterápico!

Ele é responsável pelo sabor forte característico do gengibre e que o transforma em um tempero muito usado na culinária oriental!

Mas o que torna o gingerol tão especial é o fato dele ser responsável por várias das propriedades terapêuticas do gengibre. Tanto é assim que, recentemente, a Organização Mundial de Saúde (OMS) reconheceu oficialmente a ação terapêutica dessa planta sobre o sistema digestivo!

Mas não para por aí! Dá só uma olhada nessas 9 propriedades terapêuticas do gengibre!

1. Auxilia o sistema digestivo

Devido às várias propriedades terapêuticas do gengibre e à quantidade de fibras encontradas, ele ajuda a regular o sistema digestivo.

Isso é ótimo porque o gengibre auxilia, por exemplo, a digerir alimentos mais gordurosos, o que melhora o funcionamento do seu corpo como um todo!

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2. Ação anti-inflamatória

Há séculos o gengibre é utilizado para aliviar os processos inflamatórios do organismo. Os principais responsáveis por isso são os gingeróis – que falamos há pouco -, que são os principais ativos do rizoma.

Portanto, portadores de doenças crônicas como osteoartrite e artrite reumatoide podem ter uma melhora na mobilidade com o consumo regular do gengibre!

Saiba mais: Tratamento natural contra a Artrite Reumatoide!

3. Auxilia no emagrecimento 

Além de ajudar a regular o sistema digestivo, o gengibre também auxilia no emagrecimento saudável. Isso porque ele é um alimento termogênico, ou seja, que aumenta a temperatura corporal.

Essa ação acaba acelerando o metabolismo como um todo e, como consequência, promove a maior excreção de toxinas pelo organismo e a queima de gordura. Também é considerado um ótimo inibidor de apetite, uma vez que dá a sensação de saciedade!

Saiba mais: Como perder peso definitivamente com essas 5 dicas!

4. Antidepressivo natural

Outro aspecto importante é que o gengibre suprime a produção do hormônio cortisol no organismo. Este é mais conhecido como o hormônio do estresse.

Pessoas que tem altos níveis de cortisol no organismo tendem a ser mais estressadas e estão mais propensas a desenvolver quadros de ansiedade e depressão. Porém, o consumo regular de gengibre pode ajudar a regular os níveis desse hormônio no organismo!

Saiba mais: 10 dicas para acordar mais feliz!

5. Ajuda a tratar gripes e resfriados

Por ter uma ação anti-inflamatória, o gengibre é muito utilizado no tratamento de resfriados e gripes, bem como da dor de garganta. O chá feito com o rizoma do gengibre pode ser ótimo para descongestionar a garganta e o nariz, por exemplo!

Além disso, e devido às suas propriedades anti-histamínicas, o gengibre também pode ser utilizado no tratamento de alergias do trato respiratório. Isso porque ele inibe a contração das vias aéreas e estimula a secreção do muco.

6. Combate a dor

De acordo com uma pesquisa publicada no The Journal of Pain, o consumo diário de gengibre pode ajudar a aliviar a dor muscular, especialmente após a prática de exercícios físicos.

No Japão, massagens com óleo de gengibre são tratamentos tradicionais e famosos para problemas de coluna e articulações. Além disso, pode ajuda a combater dores de cabeça e, no caso das mulheres, as dores provocadas pela cólica menstrual.

Saiba mais: 4 razões porque a Moringa é uma aliada no tratamento da dor!

7. Combate o enjoo

Estudos comprovam que o gengibre é um excelente remédio para enjoo ou náuseas. Diferentemente das outras drogas, não provoca efeitos colaterais, nem sonolência, já que ele não atua no sistema nervoso. 

Segundo outro estudo, o consumo de gengibre reduz significativamente a gravidade e quantidade de vômitos em mulheres grávidas. Além disso, ajuda a combater os enjoos causados pela quimioterapia, por exemplo!

8. Ação antibacteriana

Uma outra pesquisa, dessa vez publicada no National Institute of Health, revelou outra propriedade terapêutica do gengibre!

De acordo com a pesquisa, o extrato de gengibre ajuda a inibir o crescimento e proliferação da bactéria Helicobacter pylori. Ela é considerada a principal causadora de doenças como a úlcera péptica, a dispepsia, o câncer gástrico e de cólon. Porém, o consumo regular de gengibre pode ajudar na prevenção dessas doenças!

9. Afrodisíaco

Embora ainda não tenham sido comprovadas as propriedades afrodisíacas do gengibre, ele é utilizado há muitos séculos como um poderoso afrodisíaco natural!

Portanto, o consumo regular de chá ou de receitas que levem gengibre no preparo podem possuir propriedades estimulantes e excitantes que podem melhorar o desejo sexual!

Saiba mais: O que você PRECISA saber sobre os alimentos afrodisíacos!

Como usar o gengibre?

Existem diversas formas de consumir o gengibre. Por exemplo, é possível consumi-lo cru, em conserva, em uma infusão (chá) ou o óleo extraído do rizoma.

Além disso, seu pó pode ainda ser usado na culinária, em bebidas e alimentos! Dê só uma olhada em algumas formas de preparo!

Chás: O preparo consiste em deixar raízes, cascas ou talos de molho por cerca de 30 minutos. Após esse período, acrescente água e leve a água com gengibre ao fogo por mais 30 minutos. Depois é só coar e beber!

Na panela:  Pode ser encontrado desidratado, fresco, em conserva ou cristalizado. Desta forma, pode ser utilizado para preparar ótimos doces e salgados! Mas um aviso: tome cuidado na dose! Além de ter um gosto muito forte, quando excesso o gengibre pode fazer mal!

Sucos: É uma delícia, especialmente no verão! E para ficar ainda mais saboroso, você pode bater o gengibre com abacaxi e hortelã no liquidificador!

Pedaços: Esta é a forma mais popular! Para aliviar a rouquidão e as irritações na garganta, você pode mastigar lascas de gengibre ou mesmo chupar uma bala à base de gengibre. Mas cuidado, pois ela apenas ajuda a mascarar a dor, mas não necessariamente atua na cura da dor de garganta!

Vale lembrar que o consumo de gengibre em excesso também pode ser prejudicial! Por isso, não abuse da cura!

Você conhece alguma outra propriedade do gengibre? Compartilhe com a gente aqui embaixo!

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3 formas de evitar o HPV que você deve conhecer

Atualmente, o HPV é a principal doença viral transmitida sexualmente, com 2 milhões de novos casos por ano apenas no Brasil!

Por isso, vale a pena ficar de olho nessas dicas para evitar o HPV!

Entendendo o HPV

Antes de falarmos sobre prevenção do HPV, é preciso que entendamos mais sobre esta doença sexualmente transmissível!

Como falamos em outro artigo, existem cerca de 150 tipos de HPV, e podem infectar a pele e as mucosas, facilitando o aparecimento de verrugas. Infelizmente, essas pequenas verrugas e lesões podem ser precursoras do câncer de pele ou do colo do útero!

Saiba mais: Porque você deve se preocupar com o HPV!

O HPV é transmitido no contato direto com a pele infectada, e por isso, é mais conhecido por ser uma doença sexualmente transmissível.

O HPV pode acometer vulva, vagina, colo do útero, região perianal, ânus, pênis (geralmente na glande), bolsa escrotal e/ou região pubiana.

Porém, vale lembrar que esta não é a única forma de contágio! Menos frequentemente, podem estar presentes em áreas extragenitais, como conjuntivas, mucosa nasal, oral e laríngea.

Embora não tenha cura, o HPV pode ser controlado!

Felizmente, hoje em dia já existem algumas formas de evitar o HPV, e que levam em consideração o tipo de manifestação do vírus.

Como evitar o HPV

Existem basicamente 3 maneiras de evitar o HPV: a vacinação, os exames preventivos e o uso de preservativo!

1. Vacina

Segundo os especialistas, esta é a forma mais eficiente para evitar o HPV!  A eficácia da vacinação como forma de evitar o HPV é alta, algo em torno de 95% de sucesso!

A vacina é distribuída gratuitamente pelo SUS e é indicada para meninas entre 9 e 14 anos e para meninos entre 11 e 14.

Além disso, também é recomendada para pessoas que possuem o vírus da imunodeficiência humana (HIV), e pessoas transplantadas, especialmente entre 9 e 26 anos.

Porém, vale ressaltar que a vacina não é um tratamento! Por isso, ela não é eficaz contra infecções ou lesões por HPV já existentes!

2. Exames Preventivos

Esta é outra forma de prevenção, já que ajuda a identificar o HPV – ainda que indiretamente!

O principal exame preventivo é o papanicolau, exame ginecológico que deve ser feito anualmente pelas mulheres. Esse exame ajuda a identificar a proliferação anormal de células no revestimento do colo do útero e, portanto, ajuda na prevenção do câncer!

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Embora não possa identificar diretamente a presença do vírus HPV, o papanicolau é o melhor método para detectar e prevenir o câncer do colo de útero e lesões precursoras, que podem ser causadas pelo HPV.

Quando são identificadas alterações que antecedem o câncer, é possível tratá-lo e preveni-lo em 100% dos casos. Por essa razão, fazer regularmente o exame do papanicolau  é extremamente importante!

3. Preventivos

O uso de preservativos – masculino ou feminino –  é outra importante forma de evitar o HPV!

Entretanto, embora ajude a prevenir a maioria das DSTs, a camisinha pode não prevenir totalmente a transmissão do HPV. Isso porque, frequentemente, as lesões estão presentes em áreas que não são protegidas pela camisinha, como a vulva, a região pubiana, perineal ou a bolsa escrotal.

Neste caso, a camisinha feminina, que também cobre a vulva, acaba sendo mais eficaz para evitar o HPV, especialmente se utilizada desde o início da relação sexual.

Vale lembrar que a camisinha também deve ser usada nas relações que tenham contato oral-genital, genital-genital ou mesmo manual-genital! Ainda assim, é importante contar com os outros métodos preventivos que já mencionamos!

Como identificar o HPV
Conheça agora algumas formas de identificar o HPV!

Identificar o HPV pode ser um tanto quanto complicado!

Isso porque, entre 80 e 90% da população já teve contato com o vírus sem saber! E como isso pode ser possível? Simples!

Embora seja altamente contagioso, a infecção pelo HPV não apresenta sintomas na maioria das pessoas. Em alguns casos, por exemplo, o vírus acaba sendo expulso naturalmente do corpo.

Por outro lado, na maioria dos casos, o HPV pode ficar de meses a anos sem manifestar sintomas clínicas ou subclínicas. Geralmente, as mulheres estão mais propensas a adquirirem o vírus e também a não apresentarem sintomas.

Entretanto, não apresentar sintomas não quer dizer que ele não possa ser contagioso! Alguns fatores podem tornar mais fácil adquirir o vírus, como por exemplo:

Baixa imunidade
Sexo sem proteção
Não fazer exames de rotina
Presença de outras DSTs

Em geral, os primeiros sintomas do HPV surgem entre 2 e 8 meses. Entretanto, também podem demorar cerca de 20 anos até se manifestarem. Pessoas com baixa imunidade e gestantes, por exemplo, costumam manifestar os sintomas antes.

Para identificar o HPV existem basicamente 2 formas: exames clínicos e laboratoriais. As lesões e verrugas costumam ser mais fáceis de identificar com exames clínicos, por exemplo.

Lesões clínicas: As lesões clínicas costumam ser visíveis a olho nu e, por isso, podem ser diagnosticadas por meio do exame urológico (pênis), ginecológico (vulva/vagina/colo uterino) e dermatológico (pele).

Lesões subclínicas: Este tipo de lesão já é mais difícil de identificar. Entretanto, podem ser diagnosticadas por exames laboratoriais, como o exame preventivo Papanicolau (citopatologia), colposcopia, peniscopia e anuscopia. Além disso, biopsias e histopatologia podem ajudar na identificação.

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Vale lembrar mais uma vez que a melhor forma de evitar o HPV ainda é a prevenção!

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Conheça as 3 fases da adolescência 0

Conheça as 3 fases da adolescência

A adolescência – frequentemente referida como “aborrescência” – é mesmo uma fase complicada…

Em termos gerais, a adolescência é a fase que marca a transição entre a infância e a vida adulta, mas isso ainda é uma definição muito ampla. Por isso, no post de hoje, nós vamos nos dedicar um pouco ao tema!

Vamos do princípio!

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O que é a adolescência?

Parece fácil de definir, mas na verdade não é bem assim! Aliás, nem mesmo os pesquisadores entraram em um consenso sobre o significado do termo adolescência!

Isso porque o início e o fim da adolescência varia culturalmente de nação para nação, e entre culturas e legislações. Por exemplo, no Brasil, o Estatuto da Juventude, diz que a adolescência vai dos 12 anos até aos 18 anos, e que a juventude vai até os 29 anos! Por outro lado, a Assembleia Geral das Nações Unidas, afirma que a juventude vai até os 24 anos.

Entretanto, para fins práticos, nós ficamos com a definição da Organização Mundial de Saúde (OMS). Segundo eles, a adolescência é o período da vida que inicia aos 10 anos e termina aos 19 anos completos, mas que pode se estender até os 24.

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A OMS também divide a adolescência em 3 fases: a pré-adolescência, a adolescência em si, e a juventude, concluindo o ciclo que liga a infância à vida adulta.

Vale lembrar apesar das definições legais, o fim da adolescência não é marcado por mudanças de ordem fisiológicas, mas sobretudo de ordem sociocultural!

Vamos agora às 3 fases da adolescência!

As 3 fases da adolescência

Primeiramente, é preciso entender que a adolescência vai muito além das acnes e da irritação! Nesta fase que ocorrem significativas mudanças hormonais no corpo. Estes hormônios acabam por influenciar diretamente o comportamento dos adolescentes.

Os adolescentes podem variar muito e (muito) rapidamente de humor e de comportamento durante esta fase da adolescência. Portanto, agressividade, felicidade, tristeza, agitação e preguiça são comuns entre muitos adolescentes nas 3 fases da adolescência que vamos falar agora!

1.  Pré-adolescência (10 à 14 aos)

Esta é a primeira fase da adolescência, e também é conhecida como “puberdade“! Ela vai dos 10 aos 14 anos e é quando começam as mudanças físicas e psicológicas!

Por exemplo, é durante a puberdade que os órgãos sexuais começam a se desenvolver. Nos meninos, é quando os pelos pubianos começam a surgir, o pênis e os testículos a crescerem e a voz a engrossar.

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Já nas meninas, as mudanças mais importantes são o começo da menstruação, o desenvolvimento das glândulas mamárias e dos quadris. Além disso, começam a surgir pelos na região pubiana e nas axilas.

Entretanto, esta fase da adolescência também é marcada pelo desenvolvimento psíquico. É nesta fase que começa o despertar do próprio “eu”, quando o indivíduo começa a tomar consciência das suas limitações e fraquezas.

Portanto, o desequilíbrio emocional também está presente e se reflete na irritabilidade e sensibilidade exageradas. Por isso, muitas vezes os pré-adolescentes acabam se refugiando no isolamento ou em um grupo de amigos.

Isso tudo o prepara para a próxima fase da adolescência…

2. Adolescência (15 aos 19 anos)

Nesta fase, que vai dos 15 aos 19 anos, acontece a consolidação de muitos processos que começaram no período anterior, especialmente no corpo.

Porém, as maiores mudanças neste período são mesmo as psicológicas!

Durante a adolescência, é quando a pessoa parra a descobrir – agora mais conscientemente – a própria intimidade. Por esta razão, a introversão e a timidez são muito comuns nesta fase, já que o adolescente sente necessidade de viver dentro de si mesmo!

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É também nesta fase que aumenta o interesse pelo sexo oposto e que surge a necessidade de viver “o primeiro amor” – ainda que seja platônico.

De uma maneira geral, os conflitos internos desta fase são explicados pelo medo da opinião alheia, além da desconfiança em si mesmo e nos outros. Porém, além disso, há também um sentimento de inconformismo e agressividade, provocados pela frustração de ainda não poder responder por si mesmo.

3. Juventude (20 aos 24 anos)

Esta é a última fase da adolescência, vai dos 20 aos 24 anos de idade. Ela marca o final da adolescência e o início da fase adulta, onde o indivíduo começa a se compreender mais claramente e sua integração no mundo.

Nesta fase, as mudanças corporais são muito mais sutis, uma vez que já se estabilizaram. Neste período o jovem também apresenta uma significativa melhora na superação da timidez e se mostra menos vulnerável às dificuldades.

Além disso, esta é a fase em que começam a ser feitos planos de faculdade e carreira, por exemplo.  Pode ser uma fase confusa, já que representa outra transição na vida do jovem. Entretanto, com apoio de familiares e amigos tudo fica mais fácil.

Você pode gostar: Estes são os 10 mandamentos para acordar feliz!Como nas outras fases, o diálogo e o acompanhamento neste período também são fundamentais. Além disso, nos casos de mudanças severas (biológicas ou comportamentais) é importante que seja feito um acompanhamento médico ou psicológico!

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O que você PRECISA saber sobre as Comidas Afrodisíacas

Sem dúvida alguma, o pensamento é o maior afrodisíaco que existe… Só de imaginar se imaginar comendo comidas afrodisíacas, você já passa automaticamente a se predispor a esse efeito!

Mas, será que um alimento tem mesmo a capacidade de aumentar o desejo sexual? Conheça a verdade sobre os alimentos afrodisíacos!

O que são comidas Afrodisíacas?

A ideia de que certos alimentos têm o poder de aumentar o desejo sexual em homens e mulheres não é nada nova… Na verdade, essa ideia remonta à Grécia Antiga, com os mitos da deusa Afrodite!

Aliás, a palavra ‘Afrodisíaco’ vem do grego, “aphrodisiakós” em decorrência do nome de Afrodite, deusa do amor, do prazer e da fertilidade. Só que atualmente o próprio conceito de afrodisíaco é um pouco nublado…

Para algumas pesquisadores, uma comida afrodisíaca possui substâncias que aumentam o apetite sexual de um casal.

Já para outros, afrodisíacos são agentes químicos ou odores que estimulam o desejo sexual ou a potência masculina. Isso poderia ir desde um prato saboroso à própria percepção subjetiva deste prato, por exemplo. 

Saiba mais: Testosterona baixa? Saiba o que fazer!

Você pode reparar que, na maioria das vezes, os pratos que têm a capacidade de aflorar nossos sentidos são algo fora da rotina, além do arroz com feijão do dia-a-dia. Ostras, champanhe, gengibre, toques de um sabor diferente para aguçar nosso apetite sexual!

Tudo o que é exótico e diferente chama a atenção. E este é justamente o objetivo!

O aroma que sai das panelas e invade o ambiente é capaz de despertar novos sentidos. A decoração da mesa e apresentação do prato completam o clima. Tudo culmina no paladar, na garfada perfeita e em uma louca noite de amor!

Mas ainda fica uma dúvida: será que realmente existem alimentos afrodisíacos?

Existem alimentos afrodisíacos?

SIM! Eles existem!

Ainda que muitas pessoas pensem que isso é puro efeito placebo – tratamento ou medicamento que não possuem efeito ativo – existem alimentos que realmente aumentam o desejo sexual!

Mas, como isso é possível?

Bom, primeiramente, é preciso entender que para além de toda a magia na sedução, existem questões químico-biológicas envolvidas e que são determinantes para isso!

Saiba mais: Ele já falhou na hora H? Entenda o que pode ser!

Em outras palavras, existem hormônios e afins que são responsáveis pelo seu desejo sexual. Isso torna o seu cérebro o órgão mais sexy de todo o seu corpo!

Falando assim pode até não parecer tão romântico, mas é verdade!

Onde encontrar as Comidas Afrodisíacas?
A imaginação é o melhor afrodisíaco, mas às vezes você pode contar com uma ajuda extra destes alimentos!

Na verdade, se levarmos em conta a composição química de cada alimento, são muitos os alimentos que podem ser afrodisíacos naturais. Aliás, são muitos os hormônios, nutrientes e vitaminas envolvidas nesse processo!

O chocolate, por exemplo, é considerado um grande afrodisíaco natural, e não é para menos! Ele contém altas doses de arginina, um aminoácido também presente nos laticínios e na carne.

Saiba mais: Comer chocolate aumenta a sensação de felicidade!

A arginina tem a função de liberar o óxido nítrico, neurotransmissor que, segundo pesquisas, ajuda o pênis a manter uma ereção sólida. Portanto, ele é um grande aliado dos homens!

Outra grande amiga dos homens são as ostras, que têm a fama de serem afrodisíacas – e com muita razão! Isso porque elas possuem uma grande concentração de zinco, um mineral essencial na produção de testosterona!

Saiba mais: O que pode causar a Impotência Sexual Masculina?

Mas as mulheres não ficam atrás não!

No caso das mulheres – assim como nos homens – alimentos que ajudam na vasodilatação podem ser extremamente afrodisíacos também!

Quer um exemplo disso?

Peixes, amendoins, e aspargos, por exemplo, são alimentos que possuem altas doses de vitamina B3, um ótimo vasodilatador. Isso faz com que os genitais se encham de sangue e, desse modo, todo o seu corpo reaja na hora H!

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Outro ótimo vasodilatador é o álcool, mas este não pode ser bebido em exagero porque o tiro pode sair pela culatra!

Além destes, o mel também é um ótimo afrodisíaco! Neste caso, é por causa das vitaminas do complexo B e C e de minerais no pólen das flores, que estimula a produção de hormônios sexuais!

Existem outros alimentos afrodisíacos? 

SIM! Na verdade, existem muitos alimentos que podem aumentar a temperatura entre 4 paredes! Estes são apenas alguns exemplos de alimentos que podem adicionar uma pitada de paixão na sua vida!

De todo modo, agora você já sabe que pode esquentar a noite com os temperos e pratos que agradam a você e sua alma gêmea. Contudo, nada substitui uma boa quantidade de amor! Ele é o ingrediente indispensável em qualquer relação!

Você conhece alguma outra comida afrodisíaca? Compartilha com a gente aqui embaixo!

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12 Benefícios da Musculação para a sua saúde! 0

12 Benefícios da Musculação para a sua saúde!

Musculação: praticar ou não praticar, eis a questão!

É, não há como negar que a musculação pode ser um assunto extremamente polêmico!

Há aqueles e aquelas que a praticam, amam e a defendem até o fim. Por outro lado, há também as pessoas que não suportam sequer passar perto de uma academia!

Só que, independente de você ser #TeamMusculação ou não, uma coisa é inegável! A musculação pode, de fato, trazer inúmeros benefícios para a sua saúde!

Por isso, vamos conhecer agora os 12 melhores benefícios da musculação!

O que é a musculação?

Antes de mais nada que tal definirmos um pouco mais o que é a tal musculação?

Em termos gerais, a musculação é um treinamento de força, praticado normalmente em academias, para o treinamento e desenvolvimento dos músculos esqueléticos.

Ela pode envolver o levantamento de pesos, com halteres ou com aparelhos específicos, e a hipertrofia dos músculos. Tanto as cargas quanto as séries de exercícios podem variar de acordo com o objetivo do treino.

A musculação pode ser praticada por várias pessoas, desde adolescentes a idosos passando por portadores de deficiência física, indivíduos com doenças crônicas como a hipertensão, por exemplo.

Mas, vale ressaltar que presença de um profissional na área é fundamental no processo de evolução do praticante! Além disso, é importante na hora da definição do programa de treinamento, na identificação da execução correta dos exercícios, no correto posicionamento nos aparelhos e na orientação quanto a dúvidas!

O praticante de musculação pode ter como objetivos o aumento da força e da massa muscular ou a diminuição do peso corporal. Porém, os benefícios podem ir muito além disso!

Dá só uma olhada!

Saiba mais: 5 melhores benefícios dos Exercícios Físicos para a sua saúde!

1. Aumento da Força e Massa Muscular

Bom, este é, sem dúvidas, um dos benefícios mais procurados na musculação, especialmente pelos homens!

Neste caso, a rapidez em alcançar seus objetivos está diretamente relacionada ao tempo que o praticante dedica aos treinos, o tipo de treinamento, as diferentes intensidades, os volumes e a velocidade de execução dos movimentos.

Além disso, as séries, os intervalos entre as séries e os exercícios, bem como o períodos de recuperação entre os treinos, a estrutura óssea morfológica e a distribuição dos tipos de fibras em cada indivíduo, podem interferir no processo de ganho muscular!

2. Diminuição do Peso 

Este é outro benefício da musculação muito buscado pelos seus praticantes. Mas, vale lembrar que diminuição do peso corporal não é tudo!

Até porque, quando falamos em PESO, estamos falando de tudo: gordura, massa magra, ossos, músculos, etc. Você pode, por exemplo, emagrecer e perder em densidade óssea, ou em massa magra, por exemplo.

Na verdade, o maior benefício mesmo é a diminuição do percentual de gordura corporal. Isso quer dizer que seu corpo está transformando gordura em músculos e massa magra, e isso é ótimo!

Saiba mais: 20 Pequenas mudanças que vão te fazer perder peso!

4. Melhora no Sistema Cardiovascular

Levantar peso obriga seu coração a trabalhar pesado, especialmente se for um treino com muito volume e intensidade. Isso sem falar na vasodilatação, provocada pela contração muscular!

Tudo isso faz com que o fluxo sanguíneo aumente consideravelmente, o que diminui a pressão arterial, já que o sangue flui com mais naturalidade.

Em outras palavras, ao praticar musculação, você está favorecendo a saúde do seu sistema cardiovascular e prevenindo doenças cardíacas!

5. Prevenção da Diabetes

Pode até parecer exagero, mas praticar a musculação pode ajudar a manter a diabetes longe de você! Ou, caso isso já não seja mais possível, pelo menos mantê-la sob controle!

Quando você puxa ferro, suas células começam a utilizar a glicose – nome dado ao açúcar no sangue – de forma muito mais efetiva!

E por que isso acontece? Bem, durante o exercício físico, a liberação de insulina aumenta com o objetivo de consumir a glicose, ajudando, portanto, a controlar os níveis de açúcar!

Vale lembrar que uma boa alimentação é fundamental para ajudar no controle da diabetes!

Saiba mais: Top 5 benefícios de uma boa alimentação!

6. Melhora do Condicionamento Físico

Não importa se você é praticante de esportes ou não, a musculação pode te ajudar – e muito! – na melhora do seu condicionamento físico!

Uma melhora no seu condicionamento físico é capaz de aprimorar o seu desempenho esportivo, além de contribuir na proteção dos seus ossos e articulações!

Um bom condicionamento físico quer dizer que você também terá muito mais conforto e menos cansaço e dores na sua vida!

Saiba mais: Por que a Moringa Oleífera é a maior aliada no tratamento da dor?

7. Aumento da Densidade Óssea

Somente o cálcio é capaz de deixar os seus ossos mais fortes, certo? ERRADO!

Além de todos os benefícios que já falamos – e os que ainda vamos falar – a musculação também deixa seus ossos mais fortes. Na verdade, a musculação é capaz de deixar TODO o seu corpo mais forte e preparado para o que der e vier!

E isso é realmente uma coisa ótima, já que diminui consideravelmente o risco de fraturas e de osteoporose em pessoas mais velhas!

8. Melhora da Postura

Outro benefício da musculação é a correção postural!

Com a identificação do problema de desvio postural por um profissional da área, pode-se planejar o treinamento para fortalecer os músculos afetados pela má postura.

Vale lembrar que a análise do especialista deve identificar exercícios e alongamentos mais adequados a cada problema, já que cada caso é diferente entre si!

9. Melhora da Autoestima

Todo mundo quer se sentir mais bonito!

Para algumas pessoas, isso significa ter um corpo mais magro, mais forte, ou ainda, ter mais estilo! Só que independente do seu conceito de beleza, uma coisa é inegável: a musculação vai ajudar você a se sentir melhor com a sua aparência!

Além de ajudar na diminuição de peso corporal, aumento da massa magra e da massa muscular, a musculação ajuda a modelar o seu corpo. Em outras palavras, dependendo dos exercícios e da intensidade, você poderá alcançar o corpo dos sonhos!

E o melhor de tudo é que você não vai estar fazendo isso da maneira mais saudável possível!

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10. Antidepressivo natural

Não é novidade nenhuma que a prática de exercícios físicos ajuda na liberação de endorfina, um dos hormônios da felicidade!

Você pode gostar: O que é a Depressão Sazonal?

Isso ajuda a reduzir desequilíbrios químicos do cérebro que causam a depressão, especialmente em casos mais leves. Importante ressaltar que, em muitos casos,  o tratamento da depressão exige o uso de medicamentos e acompanhamento médico rigoroso.

Porém, mesmo em quadros de depressão mais séria, a prática de um esporte como a musculação pode ajudar a diminuir a quantidade de medicamentos necessários!

12. Melhora da Vida Sexual

Por essa talvez você não estivesse esperando, mas é a mais pura verdade!

Saiba mais: Testosterona baixa? O que você estar causando esse problema!

Praticar exercícios físicos pode aumentar a qualidade da sua vida sexual por 2 motivos! O primeiro diz respeito à melhora do seu condicionamento físico. Ainda que seja divertido, o sexo é também uma espécie de exercício físico que exige um certo preparo!

O segundo pode agradar especialmente os homens, já que a prática da musculação ajuda no aumento da testosterona. Este é o hormônio masculino ligado ao desejo sexual e ao aumento da massa muscular!

Saiba mais: Você já falhou na hora H? Conheça as possíveis causas!

Entretanto, vale lembra que os resultados dependem da freqüência e grau de envolvimento nos treinos e da alimentação!

Praticando-se musculação com envolvimento, sem dúvida, você terá muitos benefícios! Contudo, é necessário ter disciplina, seguir a orientação dos profissionais especializados e respeitar os seus limites!

Deixamos algum benefícios de fora? Compartilha com a gente aqui embaixo!

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