Monthly Archive: Janeiro 2019

Comentário sobre Teste da Artrite Reumatoide: você faz parte do grupo de risco? por Marina Degani 0

Comentário sobre Teste da Artrite Reumatoide: você faz parte do grupo de risco? por Marina Degani

Oi, Guiomar! Puxa, isso é tão ruim, não é mesmo? Mas você já tentou fazer algum tratamento natural para essas dores? Tenho certeza que este tratamento aqui pode ajudar muito a melhorar essas dores http://www.moringacapsulas.com.br/
Um grande abraço e melhoras, viu! 🙂

Comentário sobre Teste da Artrite Reumatoide: você faz parte do grupo de risco? por Marina Degani 0

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Um grande abraço e melhoras, viu! 🙂

Conheça os 3 tipos de boldo e benefícios do chá 0

Conheça os 3 tipos de boldo e benefícios do chá

Dor de estômago? “Toma um chazinho de boldo“, já dizia minha avó! Aliás, não só a minha…

A crença de que tomar chá de boldo para ajudar na digestão e nas dores de estômago já faz parte da nossa cultura há muito tempo!

E embora o boldo-do-chile seja o mais conhecido, saiba que existem pelo menos outros 2 tipos de boldo aqui no Brasil. Aliás, por aqui, essas outras 2 espécies são as mais usadas para tratamentos das mais diversas enfermidades.

Entretanto, como qualquer remédio natural, é muito importante ter cautela com o boldo também!

Por isso, no artigo de hoje nós convidamos a especialista em chás, Larissa Ferrari para explicar um pouco mais sobre o assunto!

Boldo: que planta é essa?

O boldo é uma planta que cresce nas regiões próximas aos Andes, mais especificamente no Peru e no Chile. Na verdade, ela pode ser tanto encontrada na forma de árvore (entre 12 e 15 metros) quanto de arbustos (1 a 5 metros).

Outro fato interessante sobre o boldo é que diversas evidências de que esta planta era utilizada com fins medicinais já foram encontradas. Em outras palavras, o boldo tem uma longa história na dieta e medicinas humanas!

O que torna o boldo tão fascinante é a quantidade de fitoquímicos, como a boldina, a cânfora, o beta-pineno, a cumarina e o limoneno. Todos esses fitoquímicos são poderosos antioxidantes naturais que podem ajudar a prevenir e tratar doenças.

Apesar do gosto amargo, as folhas de boldo tem um efeito laxante, diurético antibiótico e anti-inflamatório

E quais benefícios são esses? Bem, muitos! De acordo com a especialista, “o boldo-do-chile, assim como todos os boldos em geral, podem ser usados para tratamentos digestivos“!

Entretanto, diferentes tipos de boldo podem trazer diferentes benefícios para nossa saúde. Portanto, sem mais delongas, vamos conhecê-los!

Os 3 tipos de boldo

Aquele pezinho de boldo que você tem no quintal de casa é, com toda certeza, boldo-do-chile, certo? Errado!

Ainda que muitas pessoas acreditem nisso, o boldo-do-chile é extremamente raro – e também caro – aqui no Brasil!

Entretanto, por aqui também podemos encontrar várias outras plantas com propriedades medicinais semelhantes à do boldo-do-chile. Eis os 3 principais tipos de boldo que temos por aqui:

Boldo-do-chileBoldo-da-terra Boldo-baiano

1. Boldo-do-chile

Como o próprio nome já diz, o  boldo-do-chile (Peumus boldus) é originário da região dos Andes, mais especificamente do Chile. Esta variedade de boldo contém fitoquímicos que podem ser diuréticos e que combatem infecções bacterianas no estômago!

Mas, além disso, segundo a especialista em chás afirma: “o boldo-do-chile em específico é ótimo pra cólicas e dores de cabeça“!

Características

Árvore 12 a 15 metros de alturaFolhas aveludadas e grandes

Benefícios do Boldo-do-chile

Combate infecções no fígadoPossui propriedades diuréticasAjuda no tratamento das cólicasAjuda no tratamento da constipação estomacalCombate dores no estômagoCombate a aziaCombate dores de cabeça causada por problemas no fígadoObservações: Possui propriedades abortivas e pode provocar hemorragias internas. Quando usado por longos períodos pode causar irritações no trato intestinal.

2. Boldo-da-Terra

Originária da África, a Plectranthus barbatus, também é conhecida por outros nomes, como boldo-de-jardim ou falso-boldo. Aliás, ela é uma planta perene tropical que também é muito utilizada na medicina tradicional Hindu, das regiões tropicais da África!

Características

Arbusto 2 a 5 metros de alturaFolhas aveludadas, simples, opostas e relativamente grandesFlores azuladas

Benefícios do Boldo-da-Terra

Estimula a digestãoCombate aziasPode ser utilizado como analgésicoObservações: Em excesso pode causar desconforto gástrico

3. Boldo-baiano

Apesar do nome, este tipo de boldo não é originário do Brasil, mas sim da África. Tendo sido trazido para cá com os escravizados desde a época colonial, o boldo-baiano (Vernonia condensata) a variedade mais cultivada nos jardins brasileiros.

Dependendo da região, ela pode receber outros nomes, como assa-peixe, caferana ou alumã.

Características

Arbusto 1 a 2 metros de alturaFolhas finas, simples, arroxeadas e grandesFlores azuladas

Benefícios do Boldo-da-Terra

Estimula a digestãoCombate aziasAjuda a controlar a gastritePode ser utilizado como analgésicoObservações: Em excesso pode causar desconforto gástrico

Também vale afirmar que entre os 3 tipos de boldo que falamos aqui, o boldo-baiano é o que menos apresenta efeitos colaterais. Ainda assim, lembre-se de não abusar viu!

Você conhece outro tipo de boldo? Compartilhe com a gente aqui embaixo!

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Você sabe a diferença entre Arritmia, Taquicardia e Bradicardia?

Não há dúvidas de que o coração é um dos músculos mais importantes em nosso corpo!

Ele é o responsável por bombear o nosso sangue para o resto do nosso corpo, garantindo o bom funcionamento de todos os outros órgãos!

Por isso, alterações no ritmo cardíaco, tais como a arritmia, a taquicardia e a bradicardia, devem ser investigadas!

Falando nisso, você sabe a diferença entre elas? Embora uma tenha a ver com a outra, elas são bem diferentes! Basicamente, essa é a diferença entre eles:

Arritmia: Batimentos cardíacos irregulares (rápidos ou lentos)Taquicardia: Batimentos cardíacos acelerados (acima de 100bpm)Bradicardia: Batimentos cardíacos lentos (inferior a 60bpm)

Só que existem alguns outros fatores que podem interferir nisso….

Primeiramente, vamos entender um pouco mais sobre o funcionamento do coração!

Você pode gostar: Entenda a diferença entre a trombose e a embolia!

Entendendo o coração

Antes de mais nada é preciso entendermos primeiro o funcionamento do coração!

Por mais que pareça o título de um livro de romance, aqui não vamos entendê-lo no sentido figurado, mas sim no sentido prático!

Tecnicamente, o coração funciona como uma espécie de bomba sanguínea. Isso quer dizer que ele se contrai e se dilata, fazendo o sangue circular pelo nosso corpo.

Esses movimentos de contração e relaxamento recebem nomes específicos: sístole e diástole, respectivamente.

Saiba mais: Você sabe a diferença entre colesterol HDL e LDL?

Primeiramente, acontece a contração (ou sístole) dos átrios, fazendo com que o sangue passe para os ventrículos.

Isso permite que aconteça o segundo movimento, o de relaxamento (ou diástole) da musculatura cardíaca. Isso faz com que os átrios se encham de sangue e reiniciando o processo de sístole.

Dito isto, o ritmo do coração é comandado pelo nó sinoatrial, ou nódulo sinusal, que funciona como uma espécie de marcapasso natural do coração.

É ele quem vai determinar a quantidade de batimentos por minuto (bpm). Dependendo do nível de atividade física, por exemplo, a frequência cardíaca pode variar.

Além disso, qualquer lesão nas células cardíacas pode gerar um impulso nervoso. Esse impulso, por sua vez, pode provocar a arritmia, a taquicardia ou mesmo a bradicardia, sobre as quais já vamos falar mais!

Saiba mais: Colocar sal embaixo da língua combate a pressão baixa?

Quais os valores normais de frequência cardíaca?

Os valores de referência da frequência cardíaca podem variar de acordo com uma série de fatores!

Primeiramente, é preciso entender que uma frequência cardíaca normal oferece ao seu corpo a quantidade adequada da circulação sanguínea.

Vale lembrar também que os valores de frequência cardíaca podem variar de acordo com uma série de fatores, tais como:

SexoIdadeEstilo de vida (sedentário ou ativo)Intensidade da atividade físicaCondições pré-existentes (cardiomiopatias, obesidade, etc)

Entretanto, de maneira geral existem alguns valores de referência que ajudam a determinar se o coração está arrítmico ou não.

Saiba mais: O que é a nictúria e quais os sintomas?

Frequência cardíaca normal em adultos

Em repouso: Entre 50 e 80 BPMEm movimento: Entre 100 e 190

Vale lembrar que esses são apenas valores de referência e, portanto, podem variar de acordo com os outros fatores.

Um exemplo disso, são os atletas, que por terem uma capacidade de bombeamento melhor, podem ter frequências mais baixas em repouso (algo entre 40 e 50 BPM).

Além disso, crianças também costumam ter uma frequência cardíaca maior que a dos adultos. Dá só uma olhada nos valores de referência!

Frequência cardíaca normal em crianças

Recém nascidos: Entre 120 e 140 bpmAté 8 anos: Entre 100 e 110 bpmApós 8 anos: Entre 80 e 100 bpm

Como você pode ver, diversos fatores podem alterar a frequência cardíaca. Vamos agora entender um pouco mais sobre a diferença entre a arritmia, a taquicardia e a bradicardia!

Você pode gostar: 6 sinais que você sofre com a artrite reumatoide!

1. O que é a arritmia?

A arritmia se define por ser uma alteração da frequência cardíaca onde o coração bate mais rápido ou mais lento!

A arritmia se define como qualquer alteração do ritmo cardíaco. Isso abrange casos em que o coração bate mais rápido, mais lentamente ou mesmo de modo irregular.

Ela ocorre quando aqueles impulsos elétricos do coração – que falamos há pouco – não funcionam corretamente. Vale lembrar que em alguns casos, a arritmia não é motivo de preocupação!

Por exemplo, é normal que a frequência cardíaca se acelere durante a prática de atividades físicas e que diminua quando estamos em repouso.

Entretanto, se esta mudança de periodicidade dos estímulos for muito acentuada, deve-se buscar um médico! Eis alguns sintomas mais comuns da arritmia:

Saiba mais: Quando não se preocupar com a queda de pressão?

Sensação que o coração pulou uma batidaSensação de batimentos acelerados ou lentosSensação de peito apertadoTonturaDesmaio

Ela pode atingir qualquer pessoa em qualquer faixa etária, desde recém nascidos até idosos.

Entretanto, pessoas que sofrem de doenças cardíacas como a hipertensão ou a aterosclerose devem prestar mais atenção. Isso porque elas estão muito mais propensas a experimentar essas arritmias!

Se necessário, o tratamento inclui medicamentos antiarrítmicos, procedimentos médicos, dispositivos implantáveis e cirurgia.

Saiba mais: Saiba o que fazer em caso de desmaio!

2. O que é a Taquicardia?

Atividades físicas podem aumentar a frequência cardíaca, ocasionando, portanto, em uma taquicardia!

A taquicardia é um tipo específico de arritmia, no caso, quando o coração está mais acelerado que o normal.

Aparece quando a freqüência do ritmo sinoatrial é superior a 100 batidas por minuto. Em geral, estes são os sintomas da taquicardia:

Pulso aceleradoBatimentos acima de 100bpmSensação de falta de arDor no peito

Entretanto, isso não necessariamente significa que a taquicardia representa um perigo para a sua saúde!

Saiba mais: Primeiros Socorros em caso de parada cardiorrespiratória!

Isso porque ela pode ser comum em crianças e em adultos saudáveis depois de realizado um esforço físico ou após uma emoção. Na verdade, até mesmo o consumo exagerado de café ou outras bebidas energéticas pode causar a taquicardia.

Nesses casos, a pulsação e o ritmo cardíaco tendem a voltar ao normal dentro de alguns minutos. Entretanto, em casos de pessoas que já apresentam alguma condição cardíaca específica, é preciso prestar atenção!

É o caso, por exemplo, de pessoas que sofrem de insuficiência cardíaca ou outras miopatias, de anemia ou outros traumas com hemorragias. Em casos como esses, quando não é tratada a tempo, ela pode levar ao infarto.

Por isso, caso você já tenha alguma condição de saúde e experimentar uma insistente sensação de taquicardia, não hesite em buscar um médico!

Saiba mais: 5 razões para usar a Moringa no tratamento das dores!

3. O que é a Bradicardia?

Embora não pareça, a bradicardia, ou seja, quando os batimentos ficam abaixo do normal, pode ser muito perigosa!

Por fim – e diferentemente da taquicardia – a bradicardia acontece quando a frequência do ritmo sinoatrial é inferior a 60 batidas por minuto.

E para quem acha que isso é melhor do que a taquicardia, pense de novo! Os sintomas mais comuns incluem:

Sensação de letargiaDor no peitoTonturaVista embaçadaDesmaio

Existe uma forma benigna que se apresenta especialmente na juventude, no período seguinte ao parto, por exemplo. Nesses casos, não há tanto motivo para preocupação!

Entretanto, uma forma mais perigosa acompanha algumas doenças, como a febre tifoide, a meningite e certas icterícias. Em outros casos, aparece depois de um infarto ou da administração de certos medicamentos e durante a convalescença de diversas doenças infecciosas.

Saiba mais: Como reconhecer os sintomas da impotência sexual?

Caso você desconfie que algo errado está acontecendo aí dentro do seu peito, não hesite em buscar um médico! Como diz o velho ditado: “prevenir é sempre o melhor remédio“!

Você achou este artigo útil? Deixe o seu comentário pra gente aqui embaixo!

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Você sabe a diferença entre Arritmia, Taquicardia e Bradicardia?

Não há dúvidas de que o coração é um dos músculos mais importantes em nosso corpo!

Ele é o responsável por bombear o nosso sangue para o resto do nosso corpo, garantindo o bom funcionamento de todos os outros órgãos!

Por isso, alterações no ritmo cardíaco, tais como a arritmia, a taquicardia e a bradicardia, devem ser investigadas!

Falando nisso, você sabe a diferença entre elas? Embora uma tenha a ver com a outra, elas são bem diferentes! Basicamente, essa é a diferença entre eles:

Arritmia: Batimentos cardíacos irregulares (rápidos ou lentos)Taquicardia: Batimentos cardíacos acelerados (acima de 100bpm)Bradicardia: Batimentos cardíacos lentos (inferior a 60bpm)

Só que existem alguns outros fatores que podem interferir nisso….

Primeiramente, vamos entender um pouco mais sobre o funcionamento do coração!

Você pode gostar: Entenda a diferença entre a trombose e a embolia!

Entendendo o coração

Antes de mais nada é preciso entendermos primeiro o funcionamento do coração!

Por mais que pareça o título de um livro de romance, aqui não vamos entendê-lo no sentido figurado, mas sim no sentido prático!

Tecnicamente, o coração funciona como uma espécie de bomba sanguínea. Isso quer dizer que ele se contrai e se dilata, fazendo o sangue circular pelo nosso corpo.

Esses movimentos de contração e relaxamento recebem nomes específicos: sístole e diástole, respectivamente.

Saiba mais: Você sabe a diferença entre colesterol HDL e LDL?

Primeiramente, acontece a contração (ou sístole) dos átrios, fazendo com que o sangue passe para os ventrículos.

Isso permite que aconteça o segundo movimento, o de relaxamento (ou diástole) da musculatura cardíaca. Isso faz com que os átrios se encham de sangue e reiniciando o processo de sístole.

Dito isto, o ritmo do coração é comandado pelo nó sinoatrial, ou nódulo sinusal, que funciona como uma espécie de marcapasso natural do coração.

É ele quem vai determinar a quantidade de batimentos por minuto (bpm). Dependendo do nível de atividade física, por exemplo, a frequência cardíaca pode variar.

Além disso, qualquer lesão nas células cardíacas pode gerar um impulso nervoso. Esse impulso, por sua vez, pode provocar a arritmia, a taquicardia ou mesmo a bradicardia, sobre as quais já vamos falar mais!

Saiba mais: Colocar sal embaixo da língua combate a pressão baixa?

Quais os valores normais de frequência cardíaca?

Os valores de referência da frequência cardíaca podem variar de acordo com uma série de fatores!

Primeiramente, é preciso entender que uma frequência cardíaca normal oferece ao seu corpo a quantidade adequada da circulação sanguínea.

Vale lembrar também que os valores de frequência cardíaca podem variar de acordo com uma série de fatores, tais como:

SexoIdadeEstilo de vida (sedentário ou ativo)Intensidade da atividade físicaCondições pré-existentes (cardiomiopatias, obesidade, etc)

Entretanto, de maneira geral existem alguns valores de referência que ajudam a determinar se o coração está arrítmico ou não.

Saiba mais: O que é a nictúria e quais os sintomas?

Frequência cardíaca normal em adultos

Em repouso: Entre 50 e 80 BPMEm movimento: Entre 100 e 190

Vale lembrar que esses são apenas valores de referência e, portanto, podem variar de acordo com os outros fatores.

Um exemplo disso, são os atletas, que por terem uma capacidade de bombeamento melhor, podem ter frequências mais baixas em repouso (algo entre 40 e 50 BPM).

Além disso, crianças também costumam ter uma frequência cardíaca maior que a dos adultos. Dá só uma olhada nos valores de referência!

Frequência cardíaca normal em crianças

Recém nascidos: Entre 120 e 140 bpmAté 8 anos: Entre 100 e 110 bpmApós 8 anos: Entre 80 e 100 bpm

Como você pode ver, diversos fatores podem alterar a frequência cardíaca. Vamos agora entender um pouco mais sobre a diferença entre a arritmia, a taquicardia e a bradicardia!

Você pode gostar: 6 sinais que você sofre com a artrite reumatoide!

1. O que é a arritmia?

A arritmia se define por ser uma alteração da frequência cardíaca onde o coração bate mais rápido ou mais lento!

A arritmia se define como qualquer alteração do ritmo cardíaco. Isso abrange casos em que o coração bate mais rápido, mais lentamente ou mesmo de modo irregular.

Ela ocorre quando aqueles impulsos elétricos do coração – que falamos há pouco – não funcionam corretamente. Vale lembrar que em alguns casos, a arritmia não é motivo de preocupação!

Por exemplo, é normal que a frequência cardíaca se acelere durante a prática de atividades físicas e que diminua quando estamos em repouso.

Entretanto, se esta mudança de periodicidade dos estímulos for muito acentuada, deve-se buscar um médico! Eis alguns sintomas mais comuns da arritmia:

Saiba mais: Quando não se preocupar com a queda de pressão?

Sensação que o coração pulou uma batidaSensação de batimentos acelerados ou lentosSensação de peito apertadoTonturaDesmaio

Ela pode atingir qualquer pessoa em qualquer faixa etária, desde recém nascidos até idosos.

Entretanto, pessoas que sofrem de doenças cardíacas como a hipertensão ou a aterosclerose devem prestar mais atenção. Isso porque elas estão muito mais propensas a experimentar essas arritmias!

Se necessário, o tratamento inclui medicamentos antiarrítmicos, procedimentos médicos, dispositivos implantáveis e cirurgia.

Saiba mais: Saiba o que fazer em caso de desmaio!

2. O que é a Taquicardia?

Atividades físicas podem aumentar a frequência cardíaca, ocasionando, portanto, em uma taquicardia!

A taquicardia é um tipo específico de arritmia, no caso, quando o coração está mais acelerado que o normal.

Aparece quando a freqüência do ritmo sinoatrial é superior a 100 batidas por minuto. Em geral, estes são os sintomas da taquicardia:

Pulso aceleradoBatimentos acima de 100bpmSensação de falta de arDor no peito

Entretanto, isso não necessariamente significa que a taquicardia representa um perigo para a sua saúde!

Saiba mais: Primeiros Socorros em caso de parada cardiorrespiratória!

Isso porque ela pode ser comum em crianças e em adultos saudáveis depois de realizado um esforço físico ou após uma emoção. Na verdade, até mesmo o consumo exagerado de café ou outras bebidas energéticas pode causar a taquicardia.

Nesses casos, a pulsação e o ritmo cardíaco tendem a voltar ao normal dentro de alguns minutos. Entretanto, em casos de pessoas que já apresentam alguma condição cardíaca específica, é preciso prestar atenção!

É o caso, por exemplo, de pessoas que sofrem de insuficiência cardíaca ou outras miopatias, de anemia ou outros traumas com hemorragias. Em casos como esses, quando não é tratada a tempo, ela pode levar ao infarto.

Por isso, caso você já tenha alguma condição de saúde e experimentar uma insistente sensação de taquicardia, não hesite em buscar um médico!

Saiba mais: 5 razões para usar a Moringa no tratamento das dores!

3. O que é a Bradicardia?

Embora não pareça, a bradicardia, ou seja, quando os batimentos ficam abaixo do normal, pode ser muito perigosa!

Por fim – e diferentemente da taquicardia – a bradicardia acontece quando a frequência do ritmo sinoatrial é inferior a 60 batidas por minuto.

E para quem acha que isso é melhor do que a taquicardia, pense de novo! Os sintomas mais comuns incluem:

Sensação de letargiaDor no peitoTonturaVista embaçadaDesmaio

Existe uma forma benigna que se apresenta especialmente na juventude, no período seguinte ao parto, por exemplo. Nesses casos, não há tanto motivo para preocupação!

Entretanto, uma forma mais perigosa acompanha algumas doenças, como a febre tifoide, a meningite e certas icterícias. Em outros casos, aparece depois de um infarto ou da administração de certos medicamentos e durante a convalescença de diversas doenças infecciosas.

Saiba mais: Como reconhecer os sintomas da impotência sexual?

Caso você desconfie que algo errado está acontecendo aí dentro do seu peito, não hesite em buscar um médico! Como diz o velho ditado: “prevenir é sempre o melhor remédio“!

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Entenda as mudanças hormonais da mulher 0

Entenda as mudanças hormonais da mulher

As mulheres vivem em uma eterna montanha russa emocional e hormonal. E se você é mulher, sabe disso tanto quanto eu!

Diferentemente dos homens, as mulheres apresentam intensas mudanças hormonais ao longo da vida. Isso sem falar, é claro, de uma série de sintomas físicos e mentais relacionados a essas alterações hormonais.

E tudo isso começa na puberdade, a partir da primeira menstruação, também conhecida como menarca.

A partir daí, outras fases virão, até culminar na temida menopausa. Por essa razão, vale a pena entendermos quais são e quais mudanças hormonais acontecem em cada uma dessas etapas.

Mas, primeiramente, precisamos falar sobre hormônios…

O que são os tais hormônios?

Hormônios são uma espécie de mensageiros químicos, algo parecido com uma mensagem de texto enviada do seu sistema endócrino pelo seu sangue até as células receptoras.

E que tipo de mensagem eles carregam? Bem, todo tipo, já que existem diversos tipos de hormônios.

Na verdade, os hormônios influenciam o seu comportamento, as suas emoções, a química do seu cérebro, a sua imunidade e o seu metabolismo. UFA!

Quando seus hormônios estão equilibrados, você se sente bem! Porém, quando eles estão em desequilíbrio, eles podem tornar a sua vida um inferno. Você poderá se sentir letárgica, irritada, chorona, mal-humorada, ansiosa e deprimida!

Infelizmente eles podem ser os responsáveis por algumas mudanças hormonais um tanto quanto desagradáveis. Porém, eles são extremamente importantes para o bom funcionamento do seu corpo!

Ah, e vale lembrar que os hormônios não são um privilégio feminino não, viu! Tanto mulheres quanto homens produzem hormônios, ainda que diferentes, mas já vamos falar sobre isso!

Quais são os hormônios femininos?

Quando pensamos em hormônios femininos, é difícil não falar da progesterona e do estrogênio!

E isso não porque eles sejam os únicos que as mulheres produzem. Até porque, existem diversos tipos e funções para os hormônios!

Porém, são o estrogênio e a progesterona, nas mulheres, e a testosterona nos homens, os responsáveis por nossos traços sexuais.

E, claro, responsáveis também pelas inúmeras mudanças hormonais que as mulheres experimentam ao longo da vida. E como eles atuam no corpo das mulheres, afinal?

Bem, o estrogênio é o responsável pelo desenvolvimento das glândulas mamárias, dos quadris e do útero.

Em outras palavras, é o responsável por transformar o corpo da mulher durante a puberdade. Além disso, durante essa fase, ele estimula o desenvolvimento do revestimento uterino ao longo do ciclo menstrual.

Já a progesterona, por outro lado, atua principalmente durante a gravidez. A sua função, nesses casos, é permitir que o embrião se instale e se desenvolva no útero.

Como você pode perceber, as alterações hormonais acontecem ao longo da vida de todas as mulheres e não tem como escapar. Na verdade, cada fase tem os seus benefícios e desafios para as mulheres.

Falando nisso, que tal conhecermos agora algumas das principais fases e mudanças hormonais na vida das mulheres?

As principais fases e mudanças hormonais

São elas as principais:

Puberdade: dos 10 aos 20 anosAnos reprodutivos: dos 20 aos 35 anosPré-menopausa: dos 35 aos 50 anosMenopausa: dos 50 anos em diante

Vale lembrar, que essa é apenas uma classificação possível para as fases e mudanças hormonais que as mulheres passam ao longo da vida.

Além disso, é importante ressaltar que isso também pode variar de mulher para mulher!

Você já ouviu falar, por exemplo, de mulheres que entram na menopausa aos 30 anos? Pois é, isso acontece e é possível, embora seja raro.

De todo modo, e sem mais delongas, vamos conhecer algumas das mudanças hormonais de cada fase!

1. Puberdade (10 aos 20 anos)

Durante a puberdade, os hormônios sexuais – os estrogênios e a progesterona – começarão a ser produzidos em maior quantidade. Como consequência, diversas alterações ocorrem no corpo da menina.

Porém, a principal mudança nessa fase é a menarca, ou seja, a primeira menstruação. Em outras palavras, aumenta a produção dos hormônios sexuais.

Uma parte do cérebro chama hipotálamo começa a liberar cada vez mais um hormônio chamado de gonadotrofina (GnRH).

Isso, por sua vez, estimula a glândula pituitária, que fica no cérebro a produzir  o hormônio luteinizante (LH). Além disso, também estimula a produção do hormônio FSH, que por sua vez, controla a produção de outros hormônios.

Mas as mudanças não param por aí não… Algumas delas são as seguintes:

As mamas começam a crescerOs quadris começam a ficar mais largosAcontece um estirão no crescimentoPrimeira menstruação (menarca) em torno de 14 anosOs pelos pubianos começam a aparecerAcontece o despertar do desejo sexualMontanha russa emocionalCiclo menstrual irregular

Portanto, não surpreende que algumas meninas sintam muitas dificuldades de se adaptar a esse novo corpo. Afinal de contas, o corpo da menina está se preparando para a próxima fase: os anos reprodutivos!

2. Anos Reprodutivos (20 aos 35 anos)

O próprio nome é muito sugestivo, certo? Pois isso tem uma boa razão!

Na verdade, há milhares de anos, na medicina chinesa, acreditava-se que as mulheres entre 20 e 28 anos estavam no seu pico hormonal. Isso quer dizer que elas estavam na fase perfeita para ter filhos.

E o mais interessante é que hoje em dia, a ciência também comprova isso também. Alguns estudos sugerem inclusive que a idade perfeita para ter filhos seria aos 24 anos.

Entretanto, isso teria muito mais a ver com uma escolha da mulher moderna e empoderada do que necessariamente com a biologia.

Nesta fase, os níveis de progesterona e estrogênio já se estabilizaram ao longo do seu ciclo menstrual, o que pode deixá-lo mais previsível.

Entretanto, isso não significa que eles não variam mais! Aliás, a produção desses hormônios varia – e muito – ao longo do ciclo menstrual, e dão origem aos conhecidos sintomas da temida TPM.

Algumas mulheres sofrem muito durante esse período, mas isso não é uma regra. Algumas das principais características desse período são as seguintes

Entretanto isso não é uma regra e nem todas as mulheres sentem a TPM da mesma forma, e algumas podem ainda ter ciclos irregulares.

Por isso, algumas das principais características das mudanças hormonais durante a TPM são as seguintes:

Mudanças de humor repentinasDesejo por docesIrritaçãoAumento da libidoInchaçoSeios doloridosCólicas

Outros sintomas podem incluir: dores de cabeça, cansaço, dores no corpo, náusea, diarreia ou constipação, insônia, dentre outros. Aliás, como lidar com tantas mudanças assim?

Como lidar com as mudanças hormonais na TPM?

Como os seus níveis de hormônios variam durante os seus anos reprodutivos, a TPM pode piorar ou melhorar com o tempo.

Alguns fatores que podem influenciar isso são a sua idade (especialmente a idade dos seus óvulos) e como você lida com o estresse.

A TPM está intimamente ligada aos níveis de progesterona, que caem conforme a mulher envelhece, especialmente em torno dos 35 anos.

Na verdade, a TPM é um sinal de que há um desequilíbrio hormonal que vai muito além da progesterona. Diversos estudos provaram que a TPM é o resultado de um desequilíbrio entre 4 hormônios: a progesterona, a pregnenolona, ao hormônio GABA e a serotonina.

É uma situação complicada, mas a solução pode ser simples:

Tenha uma alimentação em cálcio, magnésio e vitamina B6 ajuda a combater o desequilíbrio hormonal, o inchaço e a ansiedade.Reduza o consumo de carboidratos processados já que eles pioram os sintomas da TPMReduza o consumo de café, já que ela aumenta a ansiedade e o inchaçoPratique exercícios físicos regularmente já que eles aumentam a quantidade de serotonina no organismo.

3. Pré-menopausa (35 aos 50 anos)

Se durante a puberdade a produção dos hormônios começa a aumentar, o mesmo não é válido na pré-menopausa.

Na verdade, esta é um período em que a produção hormonal começa a cair e que pode durar até 10 anos. Seus ovários começam a diminuir a produção de progesterona e estrogênio e a ovulação se torna intermitente.

O resultado: sua menstruação pode se tornar irregular, assim como o fluxo também pode aumentar ou diminuir – ou os dois alternadamente.

Outros hormônios também se desregulam, como a tireoide, e começam a trabalhar contra você. E para piorar tudo, o seu cérebro se torna menos responsivo aos hormônios que o seu cérebro ainda produz!

A maioria das mulheres começa a notar os sinais da pré-menopausa em torno dos 40 anos. Alguns dos sinais mais comuns dessas mudanças hormonais são os seguintes:

CansaçoIrritaçãoInsôniaMetabolismo lentoCalorõesMudanças de humorGanho de peso Perda de energia Diminuição da fertilidadeDiminuição da libido

Esses sintomas podem ser extremamente desconfortáveis para algumas mulheres, enquanto outras podem nem perceber o que está acontecendo. Isso é normal!

Mas vale lembrar mais uma vez que um estilo de vida ativo e uma alimentação saudáveis podem ajudar a diminuir os incômodos.

Esses são apenas alguns dos sintomas que antecedem a última grande mudança hormonal pela qual as mulheres passa: a menopausa.

4. Menopausa (50 em diante)

A menopausa é a última das grandes mudanças hormonais pelas quais uma mulher passa.

Ela coloca um fim nos anos de menstruação, assim como na fertilidade, ou seja, a partir do momento que ela começa, a mulher não poderá mais ter filhos.

Aliás, o que muitas mulheres não sabem é que ela começa 12 meses após a última menstruação da mulher.

Durante a menopausa, os níveis de estrogênio e progesterona estão extremamente baixos. Essa baixa hormonal pode fazer com que a mulher se sinta muitas vezes distraída ou ansiosa. Outros sintomas comuns nessa fase são os seguintes:

Alterações de humor CalorõesSuor noturnoInsôniaAnsiedadeGanho de peso

E pode até não parecer, mas a baixa na produção desses hormônios pode tornar a mulher mais propensa à depressão e ao aumento de peso. Por isso, as terapias hormonais podem ser uma boa saída!

Mas lembre-se que antes de começar qualquer tratamento, você deve consultar um médico!

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